Vitrola Tojima dos anos , perfeita, linda, linda de verdade, agulha Leson nova com proteção, cabos, falante, tudo original. funciona a pilha e a eletricidade, é ou v. tem uma saída para uma caixa auxiliar e toca discos nas rotações e rpm, toca tanto os compactos quanto LP´s Vejam o vídeo dela funcionando, o link esta na ultima foto Ela tem um painel lindo que já nos remete aos anos logo de saída, com a indústria Japonesa começando a se projetar pós-ocupação pelos aliados, começava por aqui a ideia de que tudo o que era Japonês era bom. A indústria eletrônica Brasileira obviamente tinha apelos Japoneses e o Painel desta vitrola estampa isso de forma forte, com o nome da empresa escrito com uma fonte que imediatamente nos mostra que é ligada ao Japão. Sucesso de venda em sua época apesar do preço elevado, pois diferentemente de quase todas as suas concorrentes que já injetavam em plástico a carcaça e tampa de suas vitrolas a Tojima apostou em continuar pelo caminho de meados dos anos cinquenta, com tudo feito em madeira revestida, obviamente o custo desta opção fazia desta vitrola um aparelho para poucos. O Som da vitrola é muito bacana, o prato branco em contraste com o vermelho foi uma combinação, muito feliz, agrada aos olhos, aos ouvidos e ao coração. Se estiver comprando para presentear, que sorte tem a pessoa que vai receber este presente, você vai se idolatrada e bem lembrada por muito tempo por este carinho imenso que fará. Se estiver comprando para você, parabéns vai ter um brinquedo de respeito em casa e vai ser invejado pelos amigos e parentes. Olha, trabalhamos muito nesta vida, você merece de verdade se dar este presente, merece ter coisas bacanas que orgulhem e emocionem bem ao seu alcance. Imagine esta belezinha, tocando seus discos, ai na sua casa... TENHO MUITAS FOTOS, ENORMES PARA QUE POSSAM VER A VITROLA EM DETALHES, ASSIM COMO UM VÍDEO DELA FUNCIONANDO, É SÓ PEDIR QUE ENVIO POR EMAIL. Boas compras
TRILOBITA FOSSIL PHACOPS REDOPES NA ROCHA MATRIZ PERIODO DEVONIANO, COLETA MARROCOS TAMANHO DA ROCHA 5,5 CM TAMANHO DO FOSSIL 2,5 CM Phacops é um gênero de trilobites da ordem Phacopida, família Phacopidae, que viveu na Europa, noroeste da África, América do Norte e do Sul e China desde o início até o final do Devoniano, [2] com um intervalo de tempo mais amplo descrito a partir do Ordovícista tardio. [3] Era um animal arredondado, com uma cabeça globosa e grandes olhos, e provavelmente se alimentava de detritos. [4] Phacops é freqüentemente encontrado enrolado, um mecanismo de defesa biológica que é difundido entre os trilobitas menores, mas aperfeiçoado neste gênero. Como em toda Phacopina avistada, os olhos de Phacops são compostos de lentes muito grandes, separadas, sem uma córnea comum (os chamados olhos esquizocroais), e como quase todos os outros Phacopina, a parte do corpo médio articulado (ou tórax) em Phacops tem 11 segmentos. A área central levantada (ou glabela) do protetor de cabeça (ou cefálica) está moderadamente a fortemente inflada perto de sua frente, mais ou menos achatada no topo, caindo verticalmente ou ligeiramente acima do sulco da borda. Até três sulcos laterais podem ser discernidos na glabela atrás do lobo frontal totalmente dominante. Na parte de trás há um anel occipital muito distinto, e diante dele um anel preoccipital distinto que é fracamente dividido em um lobo central fortemente convexo e lobos laterais fracamente convexos. Os olhos grandes a médios têm um contorno em forma de crescente e são elevados acima das bochechas. A superfície visual íngreme é em forma de rim. Os cantos traseiros do cefálon (ou ângulos genais) são agudamente arredondados, mas falta uma espinha genital em adultos. Na superfície ventral da costura (ou doublure) está na metade frontal do cefálo um sulco contínuo, delineado por sulcos, e com entalhes lateralmente. Este chamado sulco vindicular serve para travar a borda do protetor de cauda no protetor quando o trilobita é registrado. Os anéis axiais do tórax não têm nós axiais laterais convexos em sua superfície externa. O protetor de cauda (ou pygidium) é bem segmentado. O eixo pygidial tem 9 a 11 anéis, e as áreas pleurais aos lados têm 5 a 8 pares de costelas reconhecíveis. Sulcos entre as costelas são profundos, aqueles que dividem cada costela nas bandas frontal e traseira são muito rasos, e as bandas frontais são mais largas. A superfície do exoesqueleto é coberta de tubérculos. [5] TRILOBITES OU TRILOBITAS: Os trilobites, parentes afastados dos crustáceos atuais, foram os principais representantes dos artrópodes (grupo a que também pertencem, por exemplo, os caranguejos e os insetos) nos mares do Paleozóico (entre 540 e 250 milhões de anos). Dominaram todos os ambientes marinhos e eram de tal modo abundantes que esse período de tempo geológico também é denominado como “Era dos Trilobites”. esses organismos surgiram da chamada “Explosão Câmbrica” e que correspondeu a uma enorme diversificação evolutiva dos animais, em que surgiu a maioria dos filos atuais e outros extintos. Houve uma ampla distribuição geográfica e uma pequena repartição estratigráfica, isto é, cada espécie teve um período de vida relativamente curto, sendo, por isso, considerados bons fósseis índices, uma vez que permitem datar as rochas onde se encontram. Atingiram o seu apogeu durante o Ordoviciano (500 a 435 milhões de anos), quando terão existido 63 famílias agrupadas em oito ordens, em progressivo declínio que culminou com o seu desaparecimento no final do Permiano (280 a 230 milhões de anos), altura em que ocorreu uma extinção em massa, a maior da história da vida na Terra, em que terão desaparecido cerca de 90 por cento das espécies marinhas e terrestres.